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Infecções Sexualmente Transmissíveis no carnaval: curta com segurança

Infecções Sexualmente Transmissíveis no carnaval: como curtir com segurança
As ISTs são causadas por vírus, bactérias ou parasitas e são transmitidas, principalmente, pelo contato sexual desprotegido. Algumas dessas infecções podem ser silenciosas, sem sintomas evidentes, o que aumenta o risco de propagação. Previna-se!

O Carnaval é uma das festas mais esperadas do ano, marcado por alegria, encontros e muita celebração. No entanto, é também um período de maior exposição a riscos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), incluindo HIV/AIDS, gonorreia, sífilis, HPV e clamídia. Dados do Ministério da Saúde mostram que os casos de HIV aumentam significativamente após o Carnaval, reforçando a importância da prevenção. O uso de preservativos, a testagem regular e a informação são as melhores estratégias para curtir a festa sem preocupação.

Em 2024, no Carnaval, foram realizados 11.380 testes para ISTs, com 233 pessoas testando positivo. Resultados dos testes:

  • 27 positivos para HIV
  • 196 positivos para sífilis
  • 3 positivos para hepatite B
  • 7 positivos para hepatite C

As ISTs são causadas por vírus, bactérias ou parasitas e são transmitidas, principalmente, pelo contato sexual desprotegido. Algumas dessas infecções podem ser silenciosas, sem sintomas evidentes, o que aumenta o risco de propagação.

A AIDS, por exemplo, é causada pelo vírus HIV e ataca o sistema imunológico, tornando o organismo mais vulnerável a outras doenças. Já a sífilis pode causar feridas indolores nos estágios iniciais, evoluindo para complicações graves se não for tratada. A gonorreia e a clamídia são infecções bacterianas que podem provocar dor ao urinar, corrimentos e inflamações genitais, podendo levar a infertilidade se não tratadas corretamente.

A prevenção é essencial.

O método mais eficaz de prevenção das ISTs é o uso de camisinha externa ou interna. Além disso, a testagem periódica permite o diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento. Para o HIV, há opções como a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição), que reduz o risco de infecção em pessoas expostas ao vírus, e a PEP (Profilaxia Pós-Exposição), que deve ser iniciada até 72 horas após uma exposição de risco. Outras ISTs, como sífilis e gonorreia, podem ser tratadas com antibióticos, mas o ideal é sempre prevenir.

Como tratar as ISTs?

Os tratamentos para as ISTs estão disponíveis de forma gratuita na rede pública. O atendimento, diagnóstico e tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS. As ISTs mais comuns incluem sífilis, gonorreia, clamídia, herpes genital, cancro mole, HPV, hepatites B e C.

Vale lembrar, no entanto que, apesar dos avanços no tratamento, a AIDS ainda é uma doença incurável. Os medicamentos antirretrovirais disponíveis ajudam a controlar a carga viral e permitem que as pessoas que vivem com HIV tenham uma qualidade de vida melhor. No entanto, a infecção ainda exige tratamento contínuo e acompanhamento médico. Por isso, a prevenção continua sendo a melhor forma de evitar a transmissão do vírus.

Antes de cair na folia, garanta que você está bem informado e protegido para aproveitar o Carnaval com responsabilidade e segurança!

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